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Off-line

Bom galera, como ninguém é de ferro, eu também tenho meus momentos de lazer nos quais eu estou fora do trabalho, dos estudos e da intensidade da área de projetos, e porque não dizer, os momentos em que estou off-line.

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Então separo esta área em que chamo de off-line, para assuntos ligados a curiosidades, viagens, lazer, esporte e tudo mais que possa nos desconectar dos problemas, das preocupações e das responsabilidades que nos deixam mais velhos.

Ah, para começar, esta foto ao lado eu estava relaxando e quase dormindo em uma cadeira eletrônica de massagens, em uma loja especializada em equipamentos do gênero, em Atlanta, nos EUA.
Curiosidade: É que fiquei quase 1 hora dentro da loja, experimentando várias cadeiras e outros equipamentos, e nenhum vendedor me incomodou.

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Portugal – Lisboa

Portugal é um lugar histórico, muito bonito e como a minha bisavó nasceu lá, então posso dizer que é uma das minhas pátrias mãe. Abaixo destaquei alguns lugares inesquecíveis.

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Começando pelo centro de Lisboa, na foto ao lado, atrás de mim está a praça Marquês de Pombal, lá embaixo no final da praça está a estátua do Marquês, e lá ao fundo o famoso Rio Tejo.
Curiosidade: Por baixo da praça passa o túnel do Marquês, e um detalhe que dá para ser visto na foto, é que o jardim tem a grama toda recortada e lembra um labirinto.

Fiquei hospedado em um charmoso hotel na zona de Campo Pequeno, próxima a região central de Lisboa. Antes que vocês pensem outra coisa, “zona” em Portugal é o equivalente ao bairro que usamos aqui.

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Esta zona de Lisboa, é caracterizada pela Praça de Touros Campo Pequeno, edificada em 1892, com capacidade para 10.000 pessoas e que pode ser vista na foto ao lado. É uma dos locais mais famosos do país para a realização de touradas. Eu tentei assistir a uma tourada, mas não consegui ingresso, mas não me importei muito, pois o evento não era nenhum pouco barato, girava em torno de 70 euros.
Curiosidade: Me contou um taxista patrício que somente na Espanha os touros ainda são mortos durante as touradas, mas que em Portugal isso não acontece mais.

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Portugal é um pedaço da história, se me pedissem para inventar um sinônimo para Portugal eu diria História. Esta foto ao lado registra um pouco da história brasileira que se confunde com a portuguesa. Lá ao fundo dá para ver a ponte de metal suspensa 25 de abril, que passa sobre o rio Tejo, e ao lado direito o Monumento aos Descobrimentos, que fica exatamente no local da onde as caravelas portuguesas saiam em busca de novas terras.

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Foi exatamente deste local, que alguns chamam de marco zero, que partiram as caravelas de Pedro Álvares Cabral que descobriram o Brasil.
Curiosidade: No chão a frente do monumento, há um piso todo azulejado com o desenho do mapa mundi, e com os nomes de todos os territórios colonizados pelos portugueses. Ao lado tem a foto que eu consegui tirar com o pedaço que está Brasil.

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Além de Portugal respirar história, o estado de conservação de suas edificações é de impressionar. O Mosteiro dos Jerônimos que pode ser visualizado ao lado teve sua construção iniciada em 1502, e com etapas de maior destaque concluídas em 1517 e 1544.
Curiosidade: É neste local que estão os túmulos do navegador Vasco da Gama, e dos escritores Luís de Camões e Fernando Pessoa.

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Saindo da história e indo para a culinária portuguesa, os visitantes também não tem o que reclamar, ainda mais na matéria de doces. A minha sugestão para todos que vão a Lisboa é visitar a famosa padaria e casa de doces Pastéis de Belém, onde se fazem os originais Pastéis de Belém. Funciona desde 1837, ao lado tem uma foto da sua entrada, que fica bem ao lado do Mosteiro dos Jerônimos, na zona de Belém, e está sempre cheia de gente, o dia todo.
Curiosidade: É possível ver e conferir a preparação dos pastéis através de um vidro, que separa um dos salões da cozinha (foto ao lado). É impressionante a quantidade de Pastéis de Belém que eles fazem por hora, e todos iguais e com a mesma qualidade. É delicioso e vale a pena conferir.

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Outra indicação para comer é a zona das Docas, embaixo da ponte suspensa 25 de abril, as margens do Rio Tejo. Há bares, restaurantes e baladas para quem quiser passar a noite inteira. Na foto ao lado estou e outros amigos brasileiros jantando em um dos restaurantes das Docas, havíamos a acabado de comer pães italianos com manteiga, queijo de cabra curado e azeite, e estávamos ainda degustando uma porção bem servida de almeijoas, que são uma espécie de mariscos, conhecidos no Brasil também como vongola. Além é claro, de um bom vinho verde Alvarinho para acompanhar.
Curiosidade: O vinho verde português é excelente para acompanhar as refeições, principalmente frutos do mar, e deve ser servido refrigerado entre 10°C e 12°C.

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Fechando as fotos que vou publicar aqui de Lisboa, tenho duas curiosidades. A primeira foto é a que mostra dois Mini Cooper. Na mesma foto eu consegui pegar o modelo antigo bem conhecido como o carrinho no Mister Bean, e o novo, cobiçado tanto na Europa quanto aqui no Brasil.

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Ao lado eu estava no Castelo de São Jorge, localizado na parte mais alta de Lisboa, onde é possível ver praticamente toda a cidade. Este é aquele tal São Jorge que alguns dizem que dá para ver a imagem dele com uma espada matando um dragão na lua. Bom, pelo menos a minha vó me contava isso quando eu era pequeno :].

Curiosidade: Este castelo é pura história, e possibilita vermos que aqueles grandes fortes mostrados em filmes não são apenas ficção, existiram mesmo, e em vários lugares do mundo ainda são preservados. Por apenas 7 euros, é possível subir escadas de pedra, atravessar corredores, portas, subir torres, apreciar bandeiras dos reis da época … e até masmorras. Vale a pena.
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Portugal – Cascais e Estoril

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Saindo da capital lusitana fomos fazer um passeio de comboio (é como os portugueses chamam os trens) até Cascais. Uma famosa praia européia banhada pelo oceano Atlântico. A viagem de comboio é muito tranquila, saindo do centro de Lisboa e indo direto à Cascais, costeando o Rio Tejo e depois o Altântico, com vistas fantásticas e um considerável conforto, sendo que o comboio vai vazio, é muito limpo e por um preço bem razoável.
Ao lado tem uma foto que eu tirei de dentro do comboio em movimento, deixando a estação Tamariz, que pode ser vista pela bela torre ao fundo esquerdo da foto, e a praia que também se chama Tamariz situada em Estoril.

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A primeira diferença que eu notei ao olhar para as praias de lá foi a quantidade de pedras, e até de cimento ou concreto que disputa o espaço com a areia. A foto ao lado evidencia bem isso, e dá para ver outra curiosidade ao fundo, escadarias.
É isso mesmo, em várias praias que passamos entre Lisboa e Cascais existiam várias escadarias de concreto, e o mais engraçado é que os banhistas se deitam nelas para tomar sol.

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Além das escadarias, eles preparam piscinas de concreto que permitem que a água do mar entre nas estruturas de cimento e fiquem armazenadas ali, de uma forma a ficarem mais aquecidas pelo sol do que a gelada água do Atlântico naquele local do globo. Diga-se de passagem, é muito gelada, eu não tive coragem de tentar.

Curiosidade: As piscinas funcionam, porque elas estavam com mais pessoas dentro da água do que o mar. Ao lado podemos ver uma destas piscinas junto a um belo bar restaurante a beira da praia.

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A água pode ser gelada, a areia pode ser mais grossa, as escadas e piscinões podem ser estranhos, mas a infraestrutura é de primeiro mundo e mostra que o Brasil está muito longe de realmente se preocupar com a sua população, qualidade de vida e até respeito a turistas e moradores.

Os bares e restaurantes são muito bem cuidados, bonitos e limpos, as calçadas são amplas e em perfeito estado, e olha agora ai do lado os banheiros públicos … sem palavras.

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Ainda no tema de infraestrutura, ao lado direito uma foto que tirei da marina de Cascais, é outra coisa que não se vê muito no Brasil, em Floripa por exemplo, quando é que vão fazer uma destas?

Depois dizem que os portugueses é que são estúpidos. “Ora pois, isso não está a fazer muito sentido epá!

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Olhem que imagem engraçada a esquerda (engraçado em Portugal significa interessante), os prédios ao fundo da praia, parecem um em cima do outro, algo meio amontoado, mas é uma das melhores zonas de Cascais, uma das mais caras, inclusive é bem perto da marina mostrada acima.

Curiosidade: Lá é muito normal as mulheres fazerem topless na praia, é uma cena “muito giro” (o nosso “muito legal”, ou “dá hora”) de se ver, ainda mais para nós brasileiros :] que não estamos muito acostumados. Como este aqui é um blog sério, tem apenas uma rapariga fazendo topless nesta foto, brinque de onde está o Wolly e encontre-a.

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Chegando ao charmoso centrinho de Caiscais, demos uma caminhada pelas agradáveis ruas estreitas da cidade, onde vários restaurantes estavam abrindo suas portas, e isso em Portugal significa espalhar as mesas, cadeiras e placas com os cardápios escritos a giz pela calçada, é muito comum este tipo de zona de restauração por lá.

Curiosidade: Em Portugal os profissionais que trabalham em restaurante são chamados de restauradores. Nas primeiras vezes que ouvi esta palavra achei estranho, pareciam estar fora de contexto … mas ai, papo vem e papo vai, entendi que estavam falando de outro tipo de restauradores. Os que fazem comida e restauram a energia de quem as come, olha ai será que a origem vem dai? :]

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Não podíamos sair de Cascais sem comer, então como não podia faltar, tivemos um belo almoço com vista para o Altântico Europeu. Boas canecas de cerveja Sagres de pressão (é como eles chamam o chopp por lá) e o famoso bacalhau com batatas que está ai ao lado esquerdo para apreciação. Do lado direito tem uma foto das almejôas que já havia recomendado como entrada lá em Lisboa … e a foto realmente dá água na boca e vontade de experimentar, não é? Então segue a dica. As almeijões caem bem para entradas em Portugal inteiro, e pode vir acompanhada de pão italiano e limão siciliano como o da foto.

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Após o almoço, demos uma caminhada de Caiscais à Estoril, beirando o mar. Uma caminhada muito bonita, que deve ter durado umas duas horas. O engraçado foi que ao chegar a Estoril, mais precisamente na estação de Monte Estoril, vi um pequeno castelo a beira mar, o que pode ser visto ao fundo na foto ao lado onde eu apareço na frente com a camisa do meu time que levei aqui do Brasil né. Afinal, quem não leva uma camisa do seu time em uma viagem ao exterior?

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Curiosidade: O pequeno forte é uma construção e tanto, o último registro de uso militar desta fortificação foi por volta do século XIX, mas não se sabe ao certo quando foi construído. Considerando o estado de conservação eu diria que foi construído ano passado, é impressionante. Estou citando este pequeno castelo pela arquitetura, conservação e principalmente pelo seu nome original Forte da Cruz, que vem do nome completo Santo Antonio da Cruz, hoje é conhecido também por Chalet Barros, que vem do nome do “ricasso” João Martins de Barros que o comprou em 1894. Ao lado dá para ver o nome do forte para não me deixar mentir … eu quase tentei entrar nele com o meu passaporte, alegando parentesco … :].

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Fechando a viagem pela bela rota de Caiscais à Estoril, pegamos o trem de volta à Lisboa na pequena, mas bela estação de Estoril. Quem ainda não ligou o nome aos fatos, Estoril é aquela mesma do autódromo de Estoril da F1, que cediou de 1984 até 1996 o grande prêmio de Portugal da F1. Se mesmo assim você acha que este autódromo não tem importância, foi onde em 21 de abril de 1985, sob forte chuva, Ayrton Senna venceu a sua primeira corrida com a Lotus Renault, depois de ter feito a sua primeira Pole Position.

Curiosidade: Portugal é ou não é pura história?

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Até no esporte temos algo para lembrar de lá. Desta primeira vez que estive em Estoril não fui ao autódromo, mas da segunda vez peguei um carro e fui até lá. Foi de arrepiar olhar aquela pista e lembrar que o inesquecível Senna venceu pela primeira vez ali.

Antes de deixarmos este pedacinho de história para trás, tirei esta última foto de Estoril. Olha que charmosa esta pequena estação de trem, parece coisa de filme de época. E eu não peguei apenas um pedaço dela não, a estação toda esta contida nesta foto. Outra curiosidade da foto é o relógio que marca 18:23, e olha o sol que estava.

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